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DJ Open Format: conheça mais sobre o vocabulário da área

Fazer uma reunião de negócios com um cliente pode parecer algum comum, mas é preciso ter alguns cuidados. Um deles está voltado para o vocabulário que será usado no bate-papo. Isso porque determinados termos como “DJ Open Format” podem parecer muito óbvios para uns, porém nada claro para outros. Trabalhando em uma área de prestação de serviço tendo um público diversificado, é preciso estar preparado para isso.

O mesmo vale para você que está à procura de um DJ para a sua festa e/ou evento e se depara com um cenário desse. Esses momentos podem fazer com que haja um ruído de comunicação ou mesmo você corra o risco de atribuir propriedade a um profissional que apenas sabe palavras da área. E, com isso, acabar se frustrando com a prestação de serviço que não foi a desejada.

Por isso, tanto para um lado como para o outro da negociação, é preciso dominar determinadas palavras do vocabulário do mundo dos DJ’s. E, com isso, não estamos falando de algo extremamente técnico. Pelo contrário, mostraremos apenas alguns termos básicos, somente de itens mais objetivos. E, obviamente, que influenciam diretamente na escolha de um profissional ou de um cliente em estabelecerem um contrato de trabalho.

Para começar… o que é um DJ Open Format?

Já que utilizamos esse termo como exemplo, nada mais justo do que ele inaugurar a nossa lista de explicações. Ainda mais porque o tempo que tomará para explicar esse termo não será assim tão longo, já que a expressão não é complexa.

Um DJ Open Format nada mais é do que um DJ que tem versatilidade na sua lista de músicas. Ou seja, ele não apresenta limitação de estilo seja na inspiração ou mesmo dentro dos seus remixes. Algo que pode acontecer para determinados profissionais que só fazem um tipo de evento, por exemplo.

O mesmo tipo de termo acaba sendo utilizado em festas que preferem usar termos que aparentam ser mais técnicos. Com isso, uma festa chamada de “Open Format” nada mais é do que uma festa onde diversos estilos musicais poderão ser ouvidos. Tudo dependerá da sequência montada pelo DJ e também da reação que o público terá.

Esse modelo de DJ, aliás, tem sido cada vez mais valorizado e necessário dentro do mercado. Isso porque, por sua versatilidade, ele naturalmente terá mais facilidade em criar uma reputação. Afinal, executando bem o seu trabalho em mais oportunidades, seu nome ganhará a possibilidade de vivenciar o efeito da “propaganda boca a boca” com maior velocidade também.

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OBS: para ser versátil, não basta tocar de tudo

Pode parecer estranho dizer isso logo depois de trazer a definição do termo, mas vamos explicar. Não basta usar diversos estilos musicais e se sentir na propriedade de se autointitular um DJ Open Format. É preciso entender, principalmente, em quais momentos cada ritmo musical envolverá mais o público que você está atendendo na festa e/ou evento em questão.

A experiência na área e a busca por conhecimento de comportamento das pessoas são elementos que ajudam muito nesse “feeling”. É evidente que o talento para a arte de ser um DJ conta, mas os dois itens citados certamente são capazes de lapidar essa sensação.

Tudo isso pode ser melhor explicado através do conteúdo Como seria fazer a sua festa sem um DJ?.

Outros termos do mundo dos DJs

Agora que você tirou sua dúvida (ou aumentou seu conhecimento) sobre um DJ Open Format, vamos a outras expressões. Lembrando que aqui a ideia é apenas passar um conceito geral, sem muitas tecnicalidades. Pensando unica e exclusivamente na explicação da essência da expressão.

É importante frisar que esse tipo de material pode servir tanto para os clientes como para os próprios profissionais. Isso porque, por vezes, pode parecer que você domina um termo com precisão. Porém, de repente, você vê que ele se encaixa também em outros aspectos. Ou mesmo, com o passar do tempo, ele simplesmente caiu em “desuso”.

Por isso, seja você um DJ experiente ou alguém que jamais ouviu falar nas palavras a seguir, saiba que o conteúdo foi pensado nas suas necessidades.

Beat

Se você ouvir alguém dizendo que o DJ consegue “captar muito bem o Beat da música”, fique tranquilo! Isso nada mais é do que dizer que o profissional conseguiu introduzir a batida eletrônica em ritmo compatível com a música. Ou seja, ele inseriu bem um elemento que, originalmente, não fazia parte da canção.

Pickup

Nossa, a Pickup desse DJ é irada!” Acredite, a expressão em nada tem a ver com o veículo do DJ. Se você pensou nessa hipótese, sinto lhe dizer que ela não está correta. Na verdade, Pickup é o equipamento mais básico que um profissional da área precisa para tocar. Sendo ele composto, essencialmente, pelos dois toca-discos e um mixer. Exatamente como na imagem mental que qualquer pessoa possa fazer de um DJ profissional.

Pick

Já que falamos em Pickup, vamos comentar rapidamente sobre um termo menos popular, o Pick. Isso porque, enquanto Pickup é a junção dos toca-discos e o mixer, Pick é a forma técnica de se referir unicamente ao toca-discos.

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Mixer

Já que falamos dele na expressão anterior, vamos explicar o que ele faz. O Mixer é o responsável pela sincronização de duas músicas distintas. Permitindo, assim, com que a mixagem dos ritmos, vocais, instrumentos etc. formem uma criação totalmente nova. E, dependendo do talento e experiência do DJ, algo irresistível para o seu público.

Set

Quando um DJ fala que gosta bastante do seu Set, quer variar o seu Set ou mesmo quer mostrar o seu Set, não falamos de nada relacionado a um estúdio. Isso porque a expressão Set é uma redução de outra pré-existente (Setlist), que é a lista de músicas que o DJ prepara para uma festa e/ou evento.

Sambar

Enquanto em outras situações sambar não parece nada demais, para um DJ é algo bastante desconfortável. Isso porque Sambar, na gíria do mercado, é quando o profissional comete um erro na troca das músicas, sincronia das batidas etc. E semelhante, por exemplo, ao dizer que surfista “tomou um “caldo”, momento que ele cai na água errando uma manobra.

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Como seria fazer a sua festa sem um DJ?

Um dos elementos clássicos para as pessoas que gostam de organizar ou mesmo de curtir uma boa festa é a presença da música. Geralmente, essa parte acaba sendo tratada por um DJ, mas existe também a possibilidade de se realizar a festa sem um DJ.

Ela traz um encanto diferente as situações que vivemos e a dias especiais capazes de tornar o que já mágico por si só algo ainda mais marcante. Ao ponto de, com o simples toque de uma das canções, já ser o gatilho perfeito para ativar memórias saborosas e que estarão “encravadas” na sua mente para o resto da vida.

Nesse momento de maneira ainda mais latente, o trabalho de seleção de músicas em combinação ao estilo e momento da festa é algo que um DJ profissional precisa ter. É algo que podemos considerar como inegociável no sentido de almejar o sucesso profissional dentro de um mercado onde a competitividade cresce exponencialmente.

Contudo, ainda existem pessoas que veem nessa função algo como um investimento muito alto ou até mesmo desnecessário diante das possibilidades do seu evento. Por isso, fizemos uma pequena lista de situações que possuem probabilidade considerável de ocorrer caso você faça uma festa ou evento sem um DJ.

ATENÇÃO!!!

É importante ressaltar que em nenhum momento iremos falar para você que é obrigatória a presença de um DJ ou mesmo que não existe a possibilidade de fazer uma festa sem um DJ. Muito pelo contrário, o mais importante é a reunião de amigos, familiares ou pessoas que se identificam por algum motivo para celebrar a vida ou alguma data importante. Esse deve ser o real objetivo da festa.

Porém, no momento em que você opta por fazer um evento de médio ou grande porte sem a presença desse profissional, você também estará abrindo mão de uma série de benefícios. Benefícios esses, aliás, que você terá uma noção importante com o conteúdo a ser exposto na sequência.

A presença de um DJ com referências confiáveis do mercado, de clientes satisfeitos e que tenha experiência possível de ser atestada só irá acrescentar mais vida a festa. Ele será capaz de trazer um elemento de alegria tão marcante que somente aqueles que já foram em uma festa onde o DJ foi peça-chave na condução da música poderá entender o que estamos falando.

Convidados mais propensos a ficarem desanimados

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Não existe um efeito pior a ser notado em festas diversas que olhar para o ambiente de maneira geral e notar com clareza que o público está desanimado, entediado ou, em casos mais extremos, encontrando motivos para ir embora mais cedo.

Principalmente quando estamos falando de uma festividade envolvendo fortes emoções e momentos ímpares como aniversários, casamentos ou formaturas, é necessário que o astral seja mantido lá em cima a todo momento. É algo que simplesmente não acontece nem todo dia, semana, mês ou mesmo ano, então é preciso aproveitar ao máximo.

Porém, sabemos também que essas festas costumam ser mais longas e cabe também ao DJ exercer o papel de “animador” ao dosar com precisão qual o momento de colocar cada ritmo musical pré-selecionado. Vai ser esse mix de ritmos e atitudes que vai sempre trazer os convidados para a pista e, mesmo que cansados, arrumem forças para continuar dançando e cantando até que a festa termine.

Períodos menores com música rolando

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Levando em consideração que você tenha optado por fazer uma festa sem um DJ e contratar somente uma banda, por exemplo, existirá uma desvantagem no que se refere ao tempo em que o seu evento terá música tocando.

Isso porque, em via de regra, levando em consideração a organização dos integrantes e todo o processo de instalação de um número maior de equipamentos, você perde um tempo onde tudo já poderia estar funcionando com a simples conexão de uma pick-up e caixas de som.

Além disso, é importante levar em consideração o aspecto físico e vocal de cantores ao vivo que, naturalmente, precisam de um maior número de pausas e menor tempo total de “cantoria” para exercerem o trabalho no mais alto grau de qualidade. Elemento que, no caso dos serviços de um DJ, não é problema.

Menor chance de playlist identificada com o público

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Mesmo que exista uma ampla identificação da pessoa que está promovendo uma festa ou evento com os convidados escolhidos, acaba sendo difícil ter o “feeling” de identificar e executar uma playlist que agrade a todos em praticamente todos os momentos. É também por isso que fazer uma festa sem DJ aumenta o risco de tocar músicas certas em momentos errados, por exemplo.

O trabalho desse profissional, principalmente aqueles já experientes e em constante atualização sobre as tecnologias de mercado e tendências músicas, também passa em muito por entender a linguagem de seu público.

Seja pensando de uma maneira generalizada (músicas que invariavelmente agradam pessoas que gostam de se divertir em uma festa) como também observando cada caso de maneira específica, escutando muito e questionando bastante sobre as expectativas do organizador.

Preocupação em administrar o som do ambiente

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Todos nós sabemos que, principalmente em aniversários e casamentos, aquele (ou aqueles) que centralizam a atenção do publico costumam ser aqueles que menos aproveitam os eventos por estarem preocupados demais em “agradar” seus convidados. Nos mais diferentes aspectos: comida, bebida, ambiente e, evidentemente, a música.

Quando estamos falando de uma festa sem DJ, inevitavelmente alguém acabará tendo que ser o que podemos chamar de “DJ improvisado” do local, selecionando as músicas pedidas e gastando muito tempo também com possíveis indecisões das pessoas presentes. Principalmente se estivermos falando de um período avançado da festa, a chance de que esse alguém seja o “dono” da festa é grande.

No caso de festas onde há a contratação do DJ, ele será o único e necessário responsável por fazer essa administração de maneira competente e profissional. Esse é justamente o seu trabalho e algo que ele se preparou com anos de experiência e estudo para exercer da melhor maneira possível também para que você não tenha que se preocupar.

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